Cartas

Em destaque: As cartas da semana!


A seguir, você lê todas as cartas do Diário da Mãe em Construção!


  • Do imediatismo ao tempo para sonhar
    O imediatismo e a urgência muitas vezes inibe a oportunidade de transformar desejos momentâneos em sonhos. Bons sonhos são construídos com tempo.
  • Novas possibilidades
    O futuro não é um caminho único, existem infinitas possibilidades do que eu posso ser e infinitas maneiras de chegar onde eu quero.
  • Respira
    Nesse momento, a minha filha caçula olhou para mim, colocou a mãozinha à frente da minha boca e disse: “Mamãe, cheira a florzinha!”. Em seguida, apontou o dedo e completou: “Agora, sopra a velinha!”.
  • Cartas que o tempo não apaga
    A sabedoria chegava em formas de mensagens que me faziam chorar. Hoje, tenho 53 anos de casada, três filhos quarentões e seis netos. Que benção.
  • Divertir é uma forma de cuidar
    E por essas experiências e outras, eu fui aprendendo a substituir preocupação exagerada pelo bom humor, pelas brincadeiras, no nosso dia a dia.
  • Visão de futuro
    Dois anos para a preparação do evento, dois anos comunitários, dois anos de harmonia, dois anos de felicidades. TODOS, aos mais jovens, unidos por Laços de Sangue e Amizade, caminhando numa mesma direção. 
  • O amor de mãe vai muito além do sangue
    O ponto que quero deixar claro é que a mulher não precisa ter gestado a criança para se sentir mãe. Esse sentimento vem com o tempo, com as experiências e, acima de tudo, com o amor
  • Quedas e recomeços
    A prisão me trouxe muita dor e sofrimento, pois fiquei longe das duas pessoas que mais amo na vida: minha filha e minha mãe. Eu costumava ser uma boa mãe e uma boa filha, mas no meio do caminho eu deixei de desejar isso.
  • Quando o amor cura
    A minha vida não seria a mesma sem vocês, desde a infância até hoje foram muitos desafios, mas com muito amor e carinho.
  • Além da Mãe: A Mulher Que Eu Aprendi a Ver
    sabia a melhor atitude a tomar, mesmo em meio às situações mais absurdas. Era ela quem organizava tudo, resolvia as emergências, dava bronca quando necessário, mas também sabia como acalmar meu coração em silêncio. Acho que, por um tempo, esqueci que ela era humana antes de ser mãe.
  • Em uma sexta-feira qualquer
    Amo quando conversamos enquanto comemos, enquanto jogamos, amo nossas incontáveis risadas, amo tudo que esses momentos me proporcionam. 
  • Filha, Professora, Mulher: Tudo Começa Com Uma Mãe
    Durante minha trajetória profissional aprendi muitas coisas, ensinei algumas e em meio a tantas situações vividas aprendi a lidar com diversas situações que a cada dia me fizeram crescer como pessoa.
  • Filhos criados, Trabalho dobrado!
    Mas… Em geral, quando algo aperta, é aqui que eles vêm buscar orientação ou mesmo soluções. E a esta altura da vida, sempre são coisas mais complexas.
  • As mãos invisíveis que nos ensinam e ajudam a amadurecer
    Como é estranho e, ao mesmo tempo, gratificante perceber que nossas percepções mudam conforme nossas vivências e o amadurecimento.
  • A maternidade me salvou
    No dia de hoje, eu tenho o objetivo de sair e me tornar uma pessoa melhor. Quero ser motivo de orgulho para minha filha e para mim também.
  • Essa é a minha mãe…
    Neste mês de maio, resgatando aqui minhas recordações, deparei-me com um poema que escrevi para minha mãe na ocasião do Dia das Mães de 2022. E então, resolvi compartilhá-lo com vocês.
  • Entre palmadas e carinhos
    Ela sentava no meio e cada um de nós deitava de alguma forma no colo dela para ela fazer carinho nas nossas cabeças. Era tão bom que a gente esquecia das palmadas do nosso querido papai.
  • Recomeço de uma mãe, sonho de uma mulher
    Acredito que é difícil, mas não impossível. A minha vida é comparada a uma metamorfose. E por isso, vou sair de cabeça erguida, dar a volta por cima.
  • Minha história com a Dança
    A vida seguiu seu rumo… trabalho, namoro, casamento, filhos… e de repente a dança chegou com tudo, de volta à minha vida.
  • Convivência entre irmãs: quando a briga ensina
    A relação entre elas vai oscilar entre recuar e avançar, ceder e cobrar. Me esforço para demonstrar minha confiança na capacidade das duas de se posicionarem e, ao mesmo tempo, encontrarem juntas uma solução através do diálogo e da negociação.
  • Solos áridos florescem
    Dedico essa carta não só a essas mulheres que eu tanto amo e admiro, mas a todas as mulheres que também foram criadas por mulheres e se sentem honradas por isso.
  • Mãe e vó, meu porto seguro
    Existem duas mulheres que são a base de tudo da minha vida, pois se tem mulheres mais guerreiras que essas, eu desconheço. Quando era tempo de tempestade, a gente nadava na chuva, pois, nunca faltou fé e união.
  • Entre traços e saudades: a mãe que ainda é criança
    O desenhar é poderoso. E hoje, ao desenhar, consegui viajar para a minha infância. Quando era criança, eu sempre desenhava lugares bonitos, árvores, flores e tudo bem colorido.
  • Histórias de ontem, força de hoje
    Foi uma infância muito feliz. Tomávamos banho de rio, todos sem roupa, sem malícia. Muita fartura de frutas, legumes, verduras. Todos plantados sem agrotóxicos, tudo natural.
  • O presente que o Amor comprou
    Eu tinha uma caixinha onde eu guardava o dinheiro que sobrava das ajudas para minha mãe e deste dia, até o fim do ano, eu juntei a quantia quase certa do preço da cozinha, com a diferença de apenas R$3,00.
  • Retrospectiva de uma mãe
    Engraçado é que durante esse ano tive a certeza que não apenas nós, os pais são o porto seguro dos filhos, pois por vezes eles também são nosso porto seguro e nos curam por vezes de dores que nem foram eles que causaram. 
  • A ausência das palavras e tudo o que é eterno
    Assim é minha experiência na maternidade, aquela que me transforma todo santo dia e me dá forças para novos sonhos, ao mesmo tempo que me conecta ao meu passado e reafirma minhas bases.
  • Escolhas difíceis
    Estou aprendendo a me amar em primeiro lugar, pois não vou admitir que ninguém me diminua. Quero viver e ser feliz e ninguém vai tirar a minha felicidade. 
  • Por que me causou estranheza?
    Mas a educação que recebi, o não querer holofotes sobre a gente, muitas vezes nos faz moldar e nos afrontar fazendo o que a gente não quer…
  • Dependência Emocional
    Muitos olham para mim e veem uma pessoa forte, mas eu também preciso de um abraço e de um colo.
  • Celebrando a menarca das minhas filhas
    A cada dia, penso e reflito na importância de celebrarmos nossa vida, nossa existência, nossas conquistas.
  • Minha história
    Então, agora eu vivo um dia após o outro, com meus medos e minha ansiedade. Sou mãe atípica de um filho autista, com quem aprendo dia a dia.
  • Maternidade Atípica
    Mas percebi que meu medo inicial, na fase do diagnóstico da Júlia, Era tão grande quanto o que, hoje, me move a lutar Todos os dias por ela.
  • Em busca dos sonhos
    Quem sou eu, realmente? Sou uma mulher que corre atrás dos objetivos e vou colocar em prática o que venho adiando por muito tempo.
  • Lembranças de um belo lugar
    Assim torço para que cada família tenha seu lugar especial, preferido para curtir em família e que construam um mar de recordações incríveis.
  • Como aprendi a dizer mais SIM, para mim e me cuidar.
      Atualmente, valorizo o bom humor, a disposição para, assim, poder ter energia para as adversidades que venham a acontecer e ter a possibilidade de escolher de que forma encarar as coisas nem tão boas que costumam acontecer. 
  • Aceitando a maternidade atípica
    Hoje venho aqui contar um pouco da minha história e eu adoro contá-la. Vou ter até que me conter aqui minhas palavras. Eu vou começar falando aqui da aceitação. Sou mãe atípica, tenho 43 anos e uma filha de 6 anos com Síndrome de Down. 
  • Me sentindo amada
    Me conta, você se sente amada? Ou já se sentiu? Se não, o que você imagina que precisa acontecer?
  • O coração fala
    Minha mãe estava em casa na época e ela dizia que asia era normal, devido à quantidade de cabelo que a criança tinha. Porém, eu sentia dentro do meu coração que aquela asia, em específico, não era normal, pois estava muito forte.
  • Movimento de mãe para filha
    Acredito, que existem momentos na vida da gente, que por mais que tenhamos apoio, ajuda, a solidão emerge e inunda o nosso ser. (…) período de uma mudança de ciclo iminente, marcada por importantes tomadas de decisões, que precisavam ser feitas e assim, inevitavelmente a solidão veio me fazer companhia. Momento em que algumas questões precisavam ser pensadas e executadas de forma individual.
  • Opiniões diferentes
    Acredito muito que precisamos aprender a falar, mesmo que a nossa opinião seja contrária à das pessoas. Eu procuro fazer isso, na medida do possível e do meu limite. E estimular as minhas filhas a fazerem o mesmo. (…) Foi assim que me senti, travada, perplexa. Perplexa por ter sido apresentada a um ponto de vista que eu não tinha pensado a respeito, de forma muito clara e estruturada.
  • Vida Plena
    “E lá se vai mais um dia, dever cumprido. Crianças na cama limpas e bem alimentadas, Dia trabalhado, Conversas rasas, conversas profundas, Sorrisos, cafés, compras, Brincar, brincar, brincar.”
  • Luta contra adoecimento mental
    E hoje eu sinto que comecei meu processo de adoecimento mental. Estou exausta. Estou cansada. O corpo sente esse peso. O corpo fica dolorido e alma doe.
  • Saber sobre nossas diferenças faz toda diferença
    ” Hoje acordei pensando em como as nossas diferenças pessoais dificultam nossas relações. Pensar em empatia no contexto de tratar os outros como você gostaria de ser tratado. “
  • Costurando uma maternidade solo
    Costureira a 38 anos, que entre linhas e pespontos conduziu suas 2 filhas arrematando os percalço de uma maternidade solo desde 1985. Alinhavou com maestria o tempo, costurou o amor…de ponto em ponto nos guiou.
  • As buscas
    Como liberar emoções e traumas, conectando com um Eu mais forte, que nos impulsiona para estar no presente, fazendo acontecer o que é o nosso desejo Divino…. (…) Por vezes, fico a pensar se não é pedir demais a mim mesma, a você… mas quero muito e por isso grito: pode me ajudar a levantar e sair dessa cama?
  • Importantes como elo
    Em junho deste ano, soube que precisava passar por uma cirurgia bastante séria. Foi um rebuliço aqui em casa, afinal, a mamãe que tudo da conta, resolve e está sempre bem, de repente, sem sintoma algum, precisa fazer rapidamente um procedimento delicado. (…) Vi nos meus filhos a apreensão de que eu fosse embora, que fosse morrer. O mais novo, chegou a verbalizar.
  • Diversidade na minha vida
    Assim, a diversidade não é apenas um aspecto da nossa vida; é a essência dela. É através da convivência com diferentes culturas, realidades e formas de amor que aprendemos, sobre empatia e respeito. Acredito que essas experiências nos tornam mais fortes e mais conscientes do mundo ao nosso redor, e é essa diversidade que continuo a celebrar e valorizar.
  • Preocupação x Relação
    Ao assistir esse filme, eu tive a oportunidade de perceber como as vezes, a preocupação nos afasta da relação, e me conduz a comportamentos contraditórios daqueles esperando por mim, quando estou me sentindo triste, frustrada, desconfortável, vulnerável.
  • Filho Idealizado, filha real
    E o tempo, o senhor tempo, sempre nos faz ver, o que muitas vezes não queremos ver. O medo de ver, entender, reconhecer nos faz cometer violências veladas, impingir sofrimentos de forma inconsciente. (…) Com 18 anos, W. conversou comigo e o pai que ele se sentia uma pessoa diferente, culpada por não corresponder as nossas expectativas de mãe e pai. (…) Ele declarou que era homossexual
  • Siga em frente
    Então, tem 10 anos que meu marido tem parkinson. Mas isso não impede de sermos felizes. Nós, como mulheres, passamos por lutas e provações. Não podemos deixar nos abater por causa da circunstâncias da vida. Amo minha família. Temos que nos cuidar, principalmente no nosso emocional.
  • Preciso desabafar
    Gente, eu luto com os sintomas de TDAH desde que me entendo por gente e nesse momento estou passando por um período de grande desregulação emocional. Eu preciso trabalhar os 3 turnos para receber cerca de 2 mil reais e a psiquiatra teve a cara de pau de me mandar trabalhar menos. É foda lidar com quem não tem consciência de classe social.
  • Eu só queria
    Vocês talvez não consigam me entender, mas muitas mudanças acontecem nas nossas vidas e nós mulheres e que arcamos com a maioria do peso dessas mudanças. Depois do nascimento da minha filha mais nova, que hoje tem 4 anos, meu relacionamento nunca foi o mesmo.
  • Não romantizo a maternidade
    “Eu não romantizo a maternidade e não falo só dá parte boa pois a parte ruim existe e é significativa. Vão existir dias de choros , mas existirão dias de alegrias e ser mãe tanto atípicas quanto típicas não e fácil. Precisamos de uma rede de apoio , precisamos de empatia , de cuidados e de sermos ouvidas. “
  • Abandono
    Oi, meu Deus. Hoje me encontro triste. Conversei com a minha irmã por ligação telefônica e tive notícias do meu filho de 3 anos e que não tenho nenhum contato pessoal com ele. Choro, oro, choro, oro mas nada acontece
  • Imaturidade ou insegurança
    Esse fato me chamou e atenção me provocou as seguintes reflexões: será que ela está dizendo mesmo a respeito da filha ou dos próprios comportamentos que levaram a filha a ser imatura? Me pareceu que essa mãe, em nome do amor e da proteção, estava em algumas situações, inibindo o amadurecimento da filha e talvez sentindo-se culpada por isso.
  • Luta diária contra preconceito
    Meu sangue ferveu tanto que minha filha veio atrás de mim. Falei com elas, as duas crianças, que ele não era um bebê. Expliquei que dos outros não é legal. E que se a brincadeira delas deixou meu filho triste, então não é brincadeira. Finalizei explicando que ele é uma criança com autismo e perguntei se elas conheciam alguma outra criança parecida com ele.
  • Carta para minha mãe
    Mas sabe, mãe, parece clichê, mas só entendemos o significado da palavra MÃE, quando tornamos mães. Me lembro dos seus conselhos e ameaças. Das surras que tomei. Naquela época, não tinha muita conversa. Éramos somente mãe e filha. E pronto.
  • A droga quase acabou com a minha família
    Sou uma mulher negra, altura 1,70metros. Tenho três filhos. Durante a minha vida senti várias emoções. Sempre vivi com muita zueira, e não ligava muito para meus filhos. Deixava com minha mãe e minha irmã, o que me fez parar aqui na APAC ( Associação Proteção e Assistência dos Condenados). Foi um latrocínio.
  • Mais uma vitória
    Mamãe isso não é um sonho ? Eu estou muito feliz mas estou com medo !” Foram as palavras dele ontem enquanto íamos para sua primeira noite do pijama no tatame …. Para contextualizar, meu filho é autista.
  • Tomada de decisão Apoiada, o que é isso?
    “Descobri, nem sei bem como, que hoje existe uma nova lei para casos como o dele. Chama-se Tomada de Decisão Apoiada. Permite que ele mantenha a autonomia, conta em banco e carta de motorista, mas qualquer decisão que envolva valores maiores, como compra ou venda de bens, precisa de anuência de algum dos pais, ou dos irmãos.”
  • Meu pai me ensinou a ser sapatão…
    E seguimos a vida, na adolescência eu me descobri lésbica, porém sem coragem de contar para a família tinha medo de decepcioná-los. Meu pai sempre teve muito orgulho de mim e eu um amor incondicional por ele, na verdade, ele sempre soube quem eu era. Tanto ele como minha mãe, e ele sempre repetia que eu poderia ser o que eu quisesse ser, só não deveria nunca abaixar minha cabeça e aceitar menos do que eu mereceria.
  • Exaustão
    E este foi um momento que eu descobri a importância de reconhecer o meu cansaço e meus limites. Não somente reconhecê-los, mas também respeitá-los. E pela primeira vez percebi que às vezes, o que me torna uma mãe melhor é ficar longe das minhas filhas por um tempo. E que isso não tem nada a ver com o amor que sinto por elas.
  • Será que nossos filhos adolescentes sabem que nós os amamos?
    Pois bem, que nós mães amamos nossos filhos, como bem dito na reflexão é fato, não há dúvidas, mas se eles sabem, é outro assunto. Acredito que até sintam, mas como sentem? O suficiente para não duvidar? Para não comparar? Me coloco agora no lugar da filha para responder a essas indagações e acho que a resposta é NÃO. Isso mesmo, NÃO, em caixa alta, com todas as fragilidades que conduzem essa resposta.
  • Ainda que eu não tenha um
    E assim é a mulher. Posso não ser mãe, mas sou filha. E sofro outras pressões, uma delas por não ser mãe. No trabalho, me veem como um homem, porque não tenho filhos e assim posso me dedicar ao mesmo, segundo fala deles. E cobram de mim que assim seja. Na família, me veem como uma cuidadora que, por não ter filhos, posso me dedicar integralmente aos cuidados dos doentes e idosos da mesma.
  • Quem não se valoriza, não é valorizado!
    ” Quem não se valoriza não é valorizado. O que pensar desta frase? O quão profunda ela é no dia a dia da mãe? Pai? Da pessoa?”
  • Escolhas
    Conselheiro Lafaiete, 12 de janeiro de 2024 Olá, como você está hoje? O que é possível escolher no seu diaContinuar lendo “Escolhas”
  • A arte de lidar com as adversidades
    “Ser mãe, é antes de tudo, respirar, relaxar, reestabelecer o equilíbrio em corda bamba. É renascer. Ressurreição, ressurgir. Relendo e resumindo o livro “O poder do agora” Eckhart Tolle, me abrindo ao reviver, reflorescer. Filhos crescidos. Responsáveis. Restauro-me”
  • Incentivando o diálogo
    “Se tem algo desafiador é o tal da comunicação, né? E essa dificuldade não é só com adolescentes, acho que é uma dificuldade relacional. Mas também acredito que é a chave do sucesso, por isso me dedico a esse tema. E acredito que esse desafio se potencializa ainda mais quando se trata da relação das minhas filhas adolescentes comigo. (…) tenho uma curiosidade genuína de saber das coisas e de conhecê-las nesta transformação que elas estão vivenciando. E essa força interna, me dá energia para aprender e buscar a cada dia novas maneiras. E quer saber, me encanto muito nesse processo. E aprendo tanto sobre mim.”
  • Resgatando relações
    ” Vamos vivendo, com nossas peculiaridades e diferenças. Ela crescendo e eu também, mas nossa relação era bem difícil. Eu sempre tentava me aproximar mais dela, mas nem sempre era bem recebida. (…) resolvi convidá-la para uma viagem. Só nós duas. Estávamos ambas com receio pois nossa intimidade era precária… (…) Foi ótimo, e assim fomos nos aproximando lentamente: ela já era mulher feita, abriu a guarda e pude ter lugar na vida dela”
  • Aprendendo a olhar minhas filhas
    “Eu acredito que sim, que eles (filhos adolescentes) sinalizaram e pediram ajuda. A questão é que provavelmente esses sinais e pedido de ajuda foram demonstrados de maneira que nós, pais, não aprendemos a decifrá-los. Como se eles falassem outra língua. “
  • Catarses!
    Nessa dança da vida, vão acontecendo tantas coisas, muitas sem controle algum da gente, outras por pura displicência… Ambas para nos impulsionar. Para que vejamos o futuro com novos olhos e apreendamos a viver cada vez mais o aqui e agora.
  • Adolescentes querem conversar
    Eu descobri que sim, o nosso filho, nossa filha adolescente quer falar conosco, seus pais, sim. Eles só não sabem como fazer, assim como muito de nós. E querem falar sobre o que sentem, como se sentem. Talvez seja essa um dos aprendizados dessa nova geração, nos ensinar a reconhecer e falar sobre sentimentos.
  • A dualidade da maternidade
    A cada dia, ao olhar para ele, sinto uma nova mudança, sutil, mas presente. E sinto o prazer e o orgulho de acompanhar cada modificação e testemunhar o garotinho bacana que ele está se formando. (…) E me vi (…) pensando no quanto às vezes não conseguimos aproveitar tanto quanto gostaríamos algumas fases dado o cansaço ou a correria que estamos vivendo.
  • Sobre danos e reparações
    Naquele furacão emocional eu não era capaz de ajudar ninguém, muito pelo contrário. Eu precisava entender melhor o que estava acontecendo comigo (…) O meu estado emocional não me deixou tranquila para perguntar a ela (filha) o que estava acontecendo de verdade, instruí-la com mais detalhe e paciência.
  • Como chegar em um acordo com o companheiro ou companheira???
    Na minha casa, temos o conceito de que vivemos em comunidade, portanto, cada um tem que contribuir com o que pode e consegue. (…) eu fico até com receio em tocar nesse e em outros assuntos. Sei que viemos de famílias diferentes, educação diferente e temos visões diferentes. Que de certa forma, em alguns momentos pode ser bom, porém, em outros não. E por fim, eu escolho fazer do que conversar e discutir..
  • A magia do Papai Noel
    E dentre tantos pensamentos, me coloco reflexiva a respeito dos muitos rituais que se materializam dentro da minha família e como esses se projetam, se adaptam no decorrer do tempo. (…) eu, no auge dos meus 46 anos, me sinto muito confortável em dizer que acredito na magia do Papai Noel e me sinto orgulhosa em presenciar, que, pelo menos, no Natal de 2023, em alguma instância e de alguma maneira, a minha família também acreditou.
  • Importância da Rede de Apoio
    Finalizando meu mestrado, apresentação de eventos, dissertação em fase final e em meio a tudo isso tive uma crise de pânico que quase me fez largar tudo, mas minha rede de apoio, marido e filhos não deixaram, mais uma vez me deram colo, apoio, e em meio a um surto, me acalmaram. Como é bom, mesmo nos momentos difíceis saber que podemos contar com aqueles que amamos, a importância de se ter essa rede de apoio em toda a vida é fundamental para nossa saúde física e emocional.
  • Conto de Fadas.
    “Minha filha foi uma criança feliz e brincalhona. Hoje é uma mulher de 51 anos, linda. Houve um período em que nossa convivência era bem difícil, mas sempre procurei estar ao lado dela. Visita-la ontem, foi ótimo! Senti na casa uma energia diferente, leve. Como mãe, fico aqui na torcida, pois saber que um filho está bem acompanhado enche o coração. “
  • Perdas e ganhos
    “Está sendo um ano marcante de perdas e ganhos: meu irmão querido deixou-nos sem aviso! Apagou de repente como um sopro, levando uma vida intensa!Não existe preparo para a brutalidade da morte súbita. Nem para a morte anunciada. Poder escrever sobre isso, é sinal que já é possível para mim dar contorno a um fato irrevogável!”
  • A decisão de ter um único filho
    Sou mãe de uma criança de 07 anos e com uma certa frequência me pego pensando em como será a vida do meu filho sem irmãos.(…) Quando sou honesta comigo mesma, talvez até pelo avançar da idade (já há um passo dos 40), o pensar em iniciar tudo novamente me traz um certo desespero, um sinal de que para mim já deu, está ótimo!!!Contudo, a meu ver, em todas as situações a algo único e indubitável: a genuína vontade de querer ter o filho. Para essa não há controvérsias, exceto caso coloquemos pesos alheios na nossa balança!
  • Família Colorida
    “Hoje eu venho dividir com vocês a experiência de ser mãe preta, casada com homem branco e ter filhas coloridas… costumo brincar que somos um pequeno retrato do Brasil.(…) Com esperança de que nós, brasileiros e brasileiras, possamos perceber que somos um país diverso, plural e lindo por essa mistura. Que possamos respeitar as diferenças e não negar nossas origens.”
  • Cansaço e seus impactos
    “Mas como em um filme, me permito avaliar rapidamente o último mês. E nestes instantes a quantidade de atividades que fiz, sem realmente conseguir descansar o suficiente. Compromissos que foram se acumulando. Situações que me geraram desconforto sem ter a oportunidade de esclarecê-las. (…) E pelo menos hoje consegui não me importar com as vozes que ecoam na minha cabeça. Sei que nem todas são minhas, mas foram se fixando pelas minhas experiências. Deixo somente uma voz ecoar, para que se fixe… Você pode escolher descansar…”
  • Mãezinha 
    “Pude perceber que as dores dela, se fusionam com as minhas. Perdoar a mim, acolher a minha dor, foi o início de tudo. Olhar para a dor da sua mãe e/ou a dor de ser mãe, traz cura a sua criança ferida. Por isso, mãezinha, vou fazer diferente para diferenciar. E colher bons frutos dessa libertação dos ciclos viciosos do passado, que pode ser o ontem.”
  • Estar presente, revela presentes… 
    No primeiro momento e na minha arrogância, pensei, como assim? Elas podem falar o que elas quiserem comigo, eu dou conta. Já estava colocando a minha armadura de mãe forte, quando percebi o quão frágil estava e me voltei ao momento presente. Entendi que se tratava de um cuidado e um carinho comigo. Que eu precisava e merecia.
  • Os desafios de ser mãe de adolescente
    “Os desafios de ser mãe de adolescente Ser mãe de adolescente traz sentimentos e emoções que nos levam por uma estrada com muitas curvas. Tem dias que estamos vivendo determinada situação sem saber o que nos espera logo ali na frente. (…) Essa fase vai passar, logo logo ela estará seguindo seus sonhos. Não haverá mais seu riso, suas bagunças, sua voz chamando: “Mãe! Mamãe!” insistentemente. E vou sentir tanta saudade”
  • Crianças e seus poderes
    “Foi aí, que elas brincando na sala, chegaram pra mim e disseram “mãe, e se você pudesse escolher um super poder?” Eu disse: eu escolheria ter nascido rica, filhas. Foi então que a mais velha disse “eu escolheria o poder de recompor florestas desmatadas” e a mais nova disse “eu escolheria o poder fazer crescer comida em todos os lugares” (…) Mal sabem elas que o maior super poder, elas já tem, é iluminar o nosso caminho de volta para si”
  • Aprendendo a ser cuidada
    ” Uma histerectomia total, que retirou a primeira casa dos meus filhos, levou meu útero… e todo esse processo do pós-operatório só nos uniu ainda mais. É muito significativo o símbolo de ter perdido a primeira casa dos meus filhos, mas é ainda mais significativo o amor que nos une e esse, nunca, nada, nem ninguém pode tirar de nós, por todo sempre.”
  • Resiliente? Sim!
    Por me sentir rejeita tentei suicídio 2 vezes, ato confessado e acertado com minha mãe antes de me casar, inclusive esse era o sentimento que até então nutria em relação ao nosso relacionamento. Aprendi muita coisa na rua, com amizades erradas pela qual também me envolvi, fui vítima de pedofilia “com consentimento” sem saber o que estava fazendo.
  • O tempo passa depressa
    Sou mãe, ex presidiária. Há 10 anos fui presa e não quero falar o motivo. Minha filha tinha 2 anos e hoje ela tem 11 anos. Perdi a guarda dela. (…) O que eu deixo para as outras mães é que o tempo passa depressa. E que filho não é castigo e sim amor. Que nunca devemos falar que filho é peso, mesmo não sendo planejado.
  • Aqui começa a minha história
    Com a perda da minha mãe, eu começo a minha história. (…) Me sentia incapaz de cuidar das minhas duas filhas. A perda dela mexeu comigo demais mesmo. Serviu de lição e eu me vi no papel de mãe e pai igual ela fazia para as minhas filhas. Hoje sei que sou uma mulher guerreira igual a ela.
  • Um momento desejado 
    Minha mãe é uma mulher guerreira. Passou uma boa parte da sua vida com muitas necessidades não atendidas. Deixava de comer para dar aos seus filhos. Teve vez que o único alimento em casa era macarrão e água. Meu pai bebia muito e nos deixava passar forme, pois gastava todo o dinheiro com cachaça. Passamos por tanta coisa!
  • Quando a gente pulsa, a gente tá junto.
    “É engraçado como nós, mães, estamos sempre no papel de ensinar aos olhos dos outros, mas pelo menos na minha experiência eu aprendo tanto quanto ensino. (…) A clareza do pensamento ainda que parecesse confuso, me deixou muito reflexiva, como pode alguém tão pequena saber tanto e perceber tanto? “
  • Carta para minha mãe
    Eu não tenho palavras para descrever o quanto você é especial para mim. Sei que é muito difícil para você me ver mal, o que acontece às vezes, mas obrigada por respeitar quando eu não quero conversar ou quero ficar sozinha. Você é incrível, consegue me fazer sorrir e bem tão facilmente. (…) Até os textinhos enormes que eu finjo que nem vi, mas choro toda vez que você manda ou que eu leio.
  • Crianças confiam em gentileza
    “Estávamos em um carro de aplicativo indo para a casa da minha mãe (…) Papo vai, papo vem e minhas filhas vão dando cada vez mais informações como idade, onde estudam, nomes das avós, horários que ficam na escola. Eu ali, profundamente incomodada e, ao mesmo tempo, constrangida.Eu sabia que aquilo era um risco. (…) E aí foi uma ótima oportunidade de diálogo com as pequenas sobre afetos, proximidade, segurança e privacidade de informações “
  • O desafio de ser mãe solo
    Me tornei mãe solo aos 21 anos e precisei reorganizar a minha vida. (…)Quero que saibam que admiro a coragem de cada uma em assumir a maternidade. (…) Você tem a capacidade de superar qualquer desafio que surja em seu caminho. Nunca duvide do seu valor. Afinal somos solo – que nutre, acolhe, dá vida e acima de tudo que ama.
  • Uma carta, sentindo insegurança
    O tempo passou tão rápido e agora ele é um adulto de 20 anos… (…)Que vontade de colocar ele novamente em meu útero por mais uns dez anos, talvez. Como isso é impossível, eu respiro fundo, faço minhas orações, acalmo o meu coração, então faço um café, um bolo (ele ama bolo) (…) Então venho, lentamente confesso, trabalhando para não sentir mais vergonha das minhas cicatrizes, buscando entender as minhas dores. Me amando para amar, me cuidando para poder cuidar.É um trabalho diário e contínuo, mas sei que esse é o caminho que tenho que seguir.
  • Mortes em minha vida! 
    “Meus ancestrais muito influenciaram nos medos e forças que carrego. (…)Assim… Nos meus 63 anos, percebo que vivi 9 ciclos de 7 anos! Cabalístico! Completo! Me vejo madura, mais pronta para envelhecer com leveza, em busca de mais sabedoria e vivenciando mais experiências (ainda com medo de fazer escolhas, até das palavras a serem usadas… à novos rumos ou estabilidades) e no meio da busca do “reequilíbrio” (existe?), o andar na corda bamba, me faz olhar para meus medos e inseguranças, esse egoísmo excessivo, me fazem refletir. “
  • Envelhecer
    “Envelhecer, nem sempre é para todos! Confesso que ao me olhar no espelho ou ainda, caminhando, jovens passam por mim, sem esforço. Deve ser a bagagem de vida e a experiência que adquiri durante minha vida, que faz a diferença! Será? Envelhecer é fácil? De forma alguma, mas trago comigo estas vivências, umas gostosas, outras nem tanto, mas esta é minha história de vida! “
  • Construindo o acolhimento das escolhas dos filhos
    Tenho desconstruído a crença de que a calma é mais útil na infância do que na adolescência. Puro engano. Estou chegando à conclusão de que ela atravessa todos os ciclos do desenvolvimento dos filhos e por incrível que pareça, para mim, talvez seja um dos pilares para manter a conexão viva com os filhos. Calma em entender a hora de acolher, calma para dizer o que precisa ser dito, calma para esperar os frutos plantados germinarem. E assim sigo, aprendendo a ser cada vez mais calma, e quando não sou, reconhecendo que também não sou de ferro.