Minha filha está namorando

Percebi, então, que sim, existem momentos importantes, necessários e que por mais que eu aceite e entenda sob a luz da razão que estou preparada, não é bem assim que acontece. Ao chegar em casa, achei foi é graça da minha prepotência e aceitei o desconforto existe, sim, ao perceber a filha namorando. E que ele não passa assim tão rápido.

Realização é individual

Não é fácil olhar para a relação mãe-filha. Tem muitos sentimentos envolvidos. Fortes, intensos, ambíguos, confusos… (…)E assim eu sigo aprendendo a respeitar, identificar, reconhecer e transformar as relações entre mães e filhas da minha linhagem na intenção de promover a sua continuação.

Aprendendo a me valorizar

“Me conta aí, você, mãe, já parou para pensar como você recebe elogios? Afinal, eu acredito que saber receber elogios é sinal que nos valorizamos, né? E quando nos valorizamos, estamos também, ensinando nossos filhos a se valorizarem, né? Bom, eu confesso que não sabia e estou começando a aprender agora.

Coragem é agir com o coração

“Hoje sim, entendo a importância de estar nesse lugar de vulnerabilidade, de poder chorar e ter um colo, de ter alguém para pedir a opinião, para acolher nas horas tristes e para além disso, alguém para se orgulhar quando evoluímos, para aplaudir nossas conquistas e principalmente para amar quem somos.

Momento de ir para a escola

O que está acontecendo? Antes eu tinha atenção de todo mundo… Agora meus pais começaram a falar de uma tal irmãzinha, dizendo ser uma coisa boa. Mas a verdade, é que tenho que ir para a escola, minha mãe (…) nem pode brincar de qualquer coisa comigo porque está com um barrigão. E aí, ela vai parar de trabalhar, para ficar um tempo em casa com essa minha irmãzinha, e me mandar para a escola…Será que ela não gosta mais de mim? Será que ela gosta mais dela?”

Bullying, mas afinal, o que é?

“Compreendi que precisávamos entender melhor o significado do termo bullying, para usá-lo corretamente e no contexto apropriado. (…) o termo é muito utilizado e se confunde para descrever (…) “incidentes que nada mais são do que um estágio normal do desenvolvimento e socialização infantis (ainda que sejam desagradáveis e difíceis de observar)”.