Quem dera pudéssemos aprender com eles e cumprir nossas responsabilidades e compromissos com mais alegria. Talvez seja pela maneira séria que encaramos as responsabilidades que muitos adolescentes não queiram crescer, ou tenham medo do crescer. Foi uma boa lição para mim, primeiro perceber que eles querem sim e dão conta da autonomia. Depois que às vezes, é preciso nos lembrar disso, pois sem querer, acabamos querendo controlar situações sem necessidade. Que é preciso permitir que eles experimentem as próprias maneiras de executarem atividades em grupo. E finalmente que é possível cumprir compromissos divertindo, com alegria e risadas.
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Minha filha está namorando
Percebi, então, que sim, existem momentos importantes, necessários e que por mais que eu aceite e entenda sob a luz da razão que estou preparada, não é bem assim que acontece. Ao chegar em casa, achei foi é graça da minha prepotência e aceitei o desconforto existe, sim, ao perceber a filha namorando. E que ele não passa assim tão rápido.
Realização é individual
Não é fácil olhar para a relação mãe-filha. Tem muitos sentimentos envolvidos. Fortes, intensos, ambíguos, confusos… (…)E assim eu sigo aprendendo a respeitar, identificar, reconhecer e transformar as relações entre mães e filhas da minha linhagem na intenção de promover a sua continuação.
Importância do acolhimento
“Então me pego pensando, o que fazer com esse meu medo? O que fazer com essa sensação de incapacidade, aliada a responsabilidade de ser mãe? Bom, o que fiz foi mesmo assumir minha fragilidade, minha vulnerabilidade. Falei para elas do meu medo e expliquei que eu acredito. Eu disse a elas que as pessoas não querem a morte, mas sim, se livrar da dor. E que não existe diferença de dor, dor é dor e precisa ser tratada e o primeiro passo é o compartilhamento.
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Adolescentes precisam de espaço
“De repente, a mensagem de que ela já não era mais criança foi passada e acredito que ela acabou assumindo esse papel. E sim, funcionou. Ela passou a assumir uma série de responsabilidades. Mas também teve um preço, ela foi se afastando, gradualmente… Foi se afastando e eu na rotina, no automático, não percebia e, no fundo, estava feliz com o resultado.
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Aprendendo a me valorizar
“Me conta aí, você, mãe, já parou para pensar como você recebe elogios? Afinal, eu acredito que saber receber elogios é sinal que nos valorizamos, né? E quando nos valorizamos, estamos também, ensinando nossos filhos a se valorizarem, né? Bom, eu confesso que não sabia e estou começando a aprender agora.
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Coragem é agir com o coração
“Hoje sim, entendo a importância de estar nesse lugar de vulnerabilidade, de poder chorar e ter um colo, de ter alguém para pedir a opinião, para acolher nas horas tristes e para além disso, alguém para se orgulhar quando evoluímos, para aplaudir nossas conquistas e principalmente para amar quem somos.
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Pequenas Coisas
Pensei em algumas grandiosas, mas depois cheguei a conclusão que os pequenos atos, ás vezes fazem mais efeito do que os maiores. (…) Bem com isso nós podemos ver que amar e se sentir amado vem das pequenas coisas do dia a dia.
Momento de ir para a escola
O que está acontecendo? Antes eu tinha atenção de todo mundo… Agora meus pais começaram a falar de uma tal irmãzinha, dizendo ser uma coisa boa. Mas a verdade, é que tenho que ir para a escola, minha mãe (…) nem pode brincar de qualquer coisa comigo porque está com um barrigão. E aí, ela vai parar de trabalhar, para ficar um tempo em casa com essa minha irmãzinha, e me mandar para a escola…Será que ela não gosta mais de mim? Será que ela gosta mais dela?”
Bullying, mas afinal, o que é?
“Compreendi que precisávamos entender melhor o significado do termo bullying, para usá-lo corretamente e no contexto apropriado. (…) o termo é muito utilizado e se confunde para descrever (…) “incidentes que nada mais são do que um estágio normal do desenvolvimento e socialização infantis (ainda que sejam desagradáveis e difíceis de observar)”.
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