Como liberar emoções e traumas, conectando com um Eu mais forte, que nos impulsiona para estar no presente, fazendo acontecer o que é o nosso desejo Divino…. (…) Por vezes, fico a pensar se não é pedir demais a mim mesma, a você… mas quero muito e por isso grito: pode me ajudar a levantar e sair dessa cama?
Arquivos da tag:Lidando com as emoções
Importantes como elo
Em junho deste ano, soube que precisava passar por uma cirurgia bastante séria. Foi um rebuliço aqui em casa, afinal, a mamãe que tudo da conta, resolve e está sempre bem, de repente, sem sintoma algum, precisa fazer rapidamente um procedimento delicado. (…) Vi nos meus filhos a apreensão de que eu fosse embora, que fosse morrer. O mais novo, chegou a verbalizar.
Diversidade na minha vida
Assim, a diversidade não é apenas um aspecto da nossa vida; é a essência dela. É através da convivência com diferentes culturas, realidades e formas de amor que aprendemos, sobre empatia e respeito. Acredito que essas experiências nos tornam mais fortes e mais conscientes do mundo ao nosso redor, e é essa diversidade que continuo a celebrar e valorizar.
Preocupação x Relação
Ao assistir esse filme, eu tive a oportunidade de perceber como as vezes, a preocupação nos afasta da relação, e me conduz a comportamentos contraditórios daqueles esperando por mim, quando estou me sentindo triste, frustrada, desconfortável, vulnerável.
Siga em frente
Então, tem 10 anos que meu marido tem parkinson. Mas isso não impede de sermos felizes. Nós, como mulheres, passamos por lutas e provações. Não podemos deixar nos abater por causa da circunstâncias da vida. Amo minha família. Temos que nos cuidar, principalmente no nosso emocional.
Não romantizo a maternidade
“Eu não romantizo a maternidade e não falo só dá parte boa pois a parte ruim existe e é significativa.
Vão existir dias de choros , mas existirão dias de alegrias e ser mãe tanto atípicas quanto típicas não e fácil. Precisamos de uma rede de apoio , precisamos de empatia , de cuidados e de sermos ouvidas.
“
Abandono
Oi, meu Deus. Hoje me encontro triste. Conversei com a minha irmã por ligação telefônica e tive notícias do meu filho de 3 anos e que não tenho nenhum contato pessoal com ele. Choro, oro, choro, oro mas nada acontece
Imaturidade ou insegurança
Esse fato me chamou e atenção me provocou as seguintes reflexões: será que ela está dizendo mesmo a respeito da filha ou dos próprios comportamentos que levaram a filha a ser imatura? Me pareceu que essa mãe, em nome do amor e da proteção, estava em algumas situações, inibindo o amadurecimento da filha e talvez sentindo-se culpada por isso.
Exaustão
E este foi um momento que eu descobri a importância de reconhecer o meu cansaço e meus limites. Não somente reconhecê-los, mas também respeitá-los. E pela primeira vez percebi que às vezes, o que me torna uma mãe melhor é ficar longe das minhas filhas por um tempo. E que isso não tem nada a ver com o amor que sinto por elas.
Incentivando o diálogo
“Se tem algo desafiador é o tal da comunicação, né? E essa dificuldade não é só com adolescentes, acho que é uma dificuldade relacional. Mas também acredito que é a chave do sucesso, por isso me dedico a esse tema.
E acredito que esse desafio se potencializa ainda mais quando se trata da relação das minhas filhas adolescentes comigo. (…) tenho uma curiosidade genuína de saber das coisas e de conhecê-las nesta transformação que elas estão vivenciando. E essa força interna, me dá energia para aprender e buscar a cada dia novas maneiras. E quer saber, me encanto muito nesse processo.
E aprendo tanto sobre mim.”