Porém, apesar disso e dele, meu marido, dizer “nós”, e eu saber que é “nós” mesmo, por que, no fundo, acabo entendendo eu? Porque transformo o nós em eu.
Arquivos da categoria: Mãe de Adolescente
Viver é um processo de amadurecimento
Diante de tudo isso, nunca vi ela desistir, e isso me despertou para um futuro que eu não sabia que me esperava.
Antes de ser mãe, sou humana
E foi assim que ela me lembrou que essas atitudes também me tornam um ser humano, do jeitinho que somos, imperfeitos, descontrolados e, nesta contemporaneidade, de vez em quando, histéricos.
Divertir é uma forma de cuidar
E por essas experiências e outras, eu fui aprendendo a substituir preocupação exagerada pelo bom humor, pelas brincadeiras, no nosso dia a dia.
Convivência entre irmãs: quando a briga ensina
A relação entre elas vai oscilar entre recuar e avançar, ceder e cobrar. Me esforço para demonstrar minha confiança na capacidade das duas de se posicionarem e, ao mesmo tempo, encontrarem juntas uma solução através do diálogo e da negociação.
Celebrando a menarca das minhas filhas
A cada dia, penso e reflito na importância de celebrarmos nossa vida, nossa existência, nossas conquistas.
Maternidade Atípica
Mas percebi que meu medo inicial,
na fase do diagnóstico da Júlia,
Era tão grande quanto o que, hoje, me move a lutar
Todos os dias por ela.
Em busca dos sonhos
Quem sou eu, realmente? Sou uma mulher que corre atrás dos objetivos e vou colocar em prática o que venho adiando por muito tempo.
Movimento de mãe para filha
Acredito, que existem momentos na vida da gente, que por mais que tenhamos apoio, ajuda, a solidão emerge e inunda o nosso ser. (…) período de uma mudança de ciclo iminente, marcada por importantes tomadas de decisões, que precisavam ser feitas e assim, inevitavelmente a solidão veio me fazer companhia. Momento em que algumas questões precisavam ser pensadas e executadas de forma individual.
Opiniões diferentes
Acredito muito que precisamos aprender a falar, mesmo que a nossa opinião seja contrária à das pessoas. Eu procuro fazer isso, na medida do possível e do meu limite. E estimular as minhas filhas a fazerem o mesmo. (…) Foi assim que me senti, travada, perplexa. Perplexa por ter sido apresentada a um ponto de vista que eu não tinha pensado a respeito, de forma muito clara e estruturada.