Vi meus filhos crescerem, passarem pela infância e pela adolescência. Muitas vezes tive que ser mais forte do que imaginava ser.
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O crescimento deles não esperou por mim
Eu levei um impacto, pois me toquei de que eu precisava reaprender a conhecê-los, pois as coisas já não estavam como eu deixei.
Presentes inesperados
Com isso, aprendi que a vida é muito mais que momentos. A vida é real. É aqui e agora.
Na sombra da dor, a busca pela luz
Agradeço por estar aqui, compartilhando um pouco das profundezas da minha vida e das minhas feridas mal cicatrizadas, meio abertas.
Puerpério
Vivo tudo que uma mãe real vive: privação de sono, amamentação, busca de nova identidade, falta da liberdade, culpa materna, comparação com outros filhos mesmo sabendo que cada indivíduo é único
Quando me perdi de mim
Hoje, com 34 eu diria para eu mesma de 9 anos: Ei, estude, ajude a sua mãe, siga as boas amizades.
Cuidar de mim para cuidar deles
E que eu lembre de cuidar mais de mim, para que eles estejam bem. E que eu me ache para que eu não me perca de novo.
Do imediatismo ao tempo para sonhar
O imediatismo e a urgência muitas vezes inibe a oportunidade de transformar desejos momentâneos em sonhos. Bons sonhos são construídos com tempo.
Novas possibilidades
O futuro não é um caminho único, existem infinitas possibilidades do que eu posso ser e infinitas maneiras de chegar onde eu quero.
Respira
Nesse momento, a minha filha caçula olhou para mim, colocou a mãozinha à frente da minha boca e disse: “Mamãe, cheira a florzinha!”. Em seguida, apontou o dedo e completou: “Agora, sopra a velinha!”.