Minha filha está namorando

Percebi, então, que sim, existem momentos importantes, necessários e que por mais que eu aceite e entenda sob a luz da razão que estou preparada, não é bem assim que acontece. Ao chegar em casa, achei foi é graça da minha prepotência e aceitei o desconforto existe, sim, ao perceber a filha namorando. E que ele não passa assim tão rápido.

Realização é individual

Não é fácil olhar para a relação mãe-filha. Tem muitos sentimentos envolvidos. Fortes, intensos, ambíguos, confusos… (…)E assim eu sigo aprendendo a respeitar, identificar, reconhecer e transformar as relações entre mães e filhas da minha linhagem na intenção de promover a sua continuação.

Aprendendo a me valorizar

“Me conta aí, você, mãe, já parou para pensar como você recebe elogios? Afinal, eu acredito que saber receber elogios é sinal que nos valorizamos, né? E quando nos valorizamos, estamos também, ensinando nossos filhos a se valorizarem, né? Bom, eu confesso que não sabia e estou começando a aprender agora.

A pandemia e o medo de socializar


Eu fico aqui, imaginando, os efeitos da pandemia aqui em casa, dentro da nosso lar. A pandemia, na minha percepção, trouxe acima de tudo o medo, né? O medo da morte, mas também o medo das relações sociais. Tão contrassenso a gente ter medo de relacionar com as pessoas, né?