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Quem não se valoriza não é valorizado. O que pensar desta frase? O quão profunda ela é no dia a dia da mãe? Pai? Da pessoa?”
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Escolhas
Conselheiro Lafaiete, 12 de janeiro de 2024 Olá, como você está hoje? O que é possível escolher no seu dia hoje? Ah, hoje vou falar sobre escolhas, compartilhar algumas das minhas reflexões a respeito. Ah, como esse tema é lindo e conflituoso para mim. E penso como estimulá-lo no papel de mãe, na minha relaçãoContinuar lendo “Escolhas”
A arte de lidar com as adversidades
“Ser mãe, é antes de tudo, respirar, relaxar, reestabelecer o equilíbrio em corda bamba. É renascer. Ressurreição, ressurgir.
Relendo e resumindo o livro “O poder do agora” Eckhart Tolle, me abrindo ao reviver, reflorescer. Filhos crescidos. Responsáveis. Restauro-me”
Incentivando o diálogo
“Se tem algo desafiador é o tal da comunicação, né? E essa dificuldade não é só com adolescentes, acho que é uma dificuldade relacional. Mas também acredito que é a chave do sucesso, por isso me dedico a esse tema.
E acredito que esse desafio se potencializa ainda mais quando se trata da relação das minhas filhas adolescentes comigo. (…) tenho uma curiosidade genuína de saber das coisas e de conhecê-las nesta transformação que elas estão vivenciando. E essa força interna, me dá energia para aprender e buscar a cada dia novas maneiras. E quer saber, me encanto muito nesse processo.
E aprendo tanto sobre mim.”
Resgatando relações
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Vamos vivendo, com nossas peculiaridades e diferenças. Ela crescendo e eu também, mas nossa relação era bem difícil.
Eu sempre tentava me aproximar mais dela, mas nem sempre era bem recebida. (…) resolvi convidá-la para uma viagem. Só nós duas. Estávamos ambas com receio pois nossa intimidade era precária… (…) Foi ótimo, e assim fomos nos aproximando lentamente: ela já era mulher feita, abriu a guarda e pude ter lugar na vida dela”
Aprendendo a olhar minhas filhas
“Eu acredito que sim, que eles (filhos adolescentes) sinalizaram e pediram ajuda. A questão é que provavelmente esses sinais e pedido de ajuda foram demonstrados de maneira que nós, pais, não aprendemos a decifrá-los. Como se eles falassem outra língua.
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Catarses!
Nessa dança da vida, vão acontecendo tantas coisas, muitas sem controle algum da gente, outras por pura displicência… Ambas para nos impulsionar. Para que vejamos o futuro com novos olhos e apreendamos a viver cada vez mais o aqui e agora.
Adolescentes querem conversar
Eu descobri que sim, o nosso filho, nossa filha adolescente quer falar conosco, seus pais, sim. Eles só não sabem como fazer, assim como muito de nós. E querem falar sobre o que sentem, como se sentem. Talvez seja essa um dos aprendizados dessa nova geração, nos ensinar a reconhecer e falar sobre sentimentos.
A dualidade da maternidade
A cada dia, ao olhar para ele, sinto uma nova mudança, sutil, mas presente. E sinto o prazer e o orgulho de acompanhar cada modificação e testemunhar o garotinho bacana que ele está se formando. (…) E me vi (…) pensando no quanto às vezes não conseguimos aproveitar tanto quanto gostaríamos algumas fases dado o cansaço ou a correria que estamos vivendo.
Sobre danos e reparações
Naquele furacão emocional eu não era capaz de ajudar ninguém, muito pelo contrário. Eu precisava entender melhor o que estava acontecendo comigo (…) O meu estado emocional não me deixou tranquila para perguntar a ela (filha) o que estava acontecendo de verdade, instruí-la com mais detalhe e paciência.