A dualidade da maternidade

A cada dia, ao olhar para ele, sinto uma nova mudança, sutil, mas presente. E sinto o prazer e o orgulho de acompanhar cada modificação e testemunhar o garotinho bacana que ele está se formando. (…) E me vi (…) pensando no quanto às vezes não conseguimos aproveitar tanto quanto gostaríamos algumas fases dado o cansaço ou a correria que estamos vivendo.

Os desafios de ser mãe de adolescente

“Os desafios de ser mãe de adolescente
Ser mãe de adolescente traz sentimentos e emoções que nos levam por uma estrada com muitas curvas. Tem dias que estamos vivendo determinada situação sem saber o que nos espera logo ali na frente. (…) Essa fase vai passar, logo logo ela estará seguindo seus sonhos. Não haverá mais seu riso, suas bagunças, sua voz chamando: “Mãe! Mamãe!” insistentemente. E vou sentir tanta saudade”

Construindo o acolhimento das escolhas dos filhos

Tenho desconstruído a crença de que a calma é mais útil na infância do que na adolescência. Puro engano. Estou chegando à conclusão de que ela atravessa todos os ciclos do desenvolvimento dos filhos e por incrível que pareça, para mim, talvez seja um dos pilares para manter a conexão viva com os filhos. Calma em entender a hora de acolher, calma para dizer o que precisa ser dito, calma para esperar os frutos plantados germinarem. E assim sigo, aprendendo a ser cada vez mais calma, e quando não sou, reconhecendo que também não sou de ferro.

Quinze Anos

“À primeira vista parece que lhe ofereço uma carta de alforria. Acho meio grosseiro o termo, afinal, não a mantive como cativa à revelia de meus caprichos e ordens. Penso ter sido uma orientadora para lhe indicar o “norte” e espero tê-la sido, afinal, um “pássaro”, não prende o outro.
Contudo, acho que será esta a sua sensação: a de liberdade.
Se vale ainda uma observação, nossos maiores “voos”, na maioria das vezes, o fazemos sem, nem mesmo, sair do lugar. Desta liberdade somos donos e senhores e, mesmo traz as grades, ninguém pode nos arrancar”

Minha filha está namorando

Percebi, então, que sim, existem momentos importantes, necessários e que por mais que eu aceite e entenda sob a luz da razão que estou preparada, não é bem assim que acontece. Ao chegar em casa, achei foi é graça da minha prepotência e aceitei o desconforto existe, sim, ao perceber a filha namorando. E que ele não passa assim tão rápido.