Não romantizo a maternidade

“Eu não romantizo a maternidade e não falo só dá parte boa pois a parte ruim existe e é significativa.
Vão existir dias de choros , mas existirão dias de alegrias e ser mãe tanto atípicas quanto típicas não e fácil. Precisamos de uma rede de apoio , precisamos de empatia , de cuidados e de sermos ouvidas.

Imaturidade ou insegurança

Esse fato me chamou e atenção me provocou as seguintes reflexões: será que ela está dizendo mesmo a respeito da filha ou dos próprios comportamentos que levaram a filha a ser imatura? Me pareceu que essa mãe, em nome do amor e da proteção, estava em algumas situações, inibindo o amadurecimento da filha e talvez sentindo-se culpada por isso.

A arte de lidar com as adversidades

“Ser mãe, é antes de tudo, respirar, relaxar, reestabelecer o equilíbrio em corda bamba. É renascer. Ressurreição, ressurgir.
Relendo e resumindo o livro “O poder do agora” Eckhart Tolle, me abrindo ao reviver, reflorescer. Filhos crescidos. Responsáveis. Restauro-me”

Conto de Fadas.

“Minha filha foi uma criança feliz e brincalhona.
Hoje é uma mulher de 51 anos, linda. Houve um período em que nossa convivência era bem difícil, mas sempre procurei estar ao lado dela. Visita-la ontem, foi ótimo! Senti na casa uma energia diferente, leve. Como mãe, fico aqui na torcida, pois saber que um filho está bem acompanhado enche o coração.

Uma carta, sentindo insegurança

O tempo passou tão rápido e agora ele é um adulto de 20 anos… (…)Que vontade de colocar ele novamente em meu útero por mais uns dez anos, talvez. Como isso é impossível, eu respiro fundo, faço minhas orações, acalmo o meu coração, então faço um café, um bolo (ele ama bolo) (…) Então venho, lentamente confesso, trabalhando para não sentir mais vergonha das minhas cicatrizes, buscando entender as minhas dores. Me amando para amar, me cuidando para poder cuidar.É um trabalho diário e contínuo, mas sei que esse é o caminho que tenho que seguir.

Carta de uma mãe aprendente


Tenho olhado com muita atenção para a minha experiência como mãe. Muitas vezes me questiono: “Será que tenho feito um bom trabalho?” Me vejo, em alguns momentos, refletindo sobre os erros que cometi ao longo desta caminhada e me pergunto, como teria sido se eu tivesse feito isso ao invés daquilo. “