Esse fato me chamou e atenção me provocou as seguintes reflexões: será que ela está dizendo mesmo a respeito da filha ou dos próprios comportamentos que levaram a filha a ser imatura? Me pareceu que essa mãe, em nome do amor e da proteção, estava em algumas situações, inibindo o amadurecimento da filha e talvez sentindo-se culpada por isso.
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Será que nossos filhos adolescentes sabem que nós os amamos?
Pois bem, que nós mães amamos nossos filhos, como bem dito na reflexão é fato, não há dúvidas, mas se eles sabem, é outro assunto. Acredito que até sintam, mas como sentem? O suficiente para não duvidar? Para não comparar? Me coloco agora no lugar da filha para responder a essas indagações e acho que a resposta é NÃO. Isso mesmo, NÃO, em caixa alta, com todas as fragilidades que conduzem essa resposta.
Quem não se valoriza, não é valorizado!
”
Quem não se valoriza não é valorizado. O que pensar desta frase? O quão profunda ela é no dia a dia da mãe? Pai? Da pessoa?”
A arte de lidar com as adversidades
“Ser mãe, é antes de tudo, respirar, relaxar, reestabelecer o equilíbrio em corda bamba. É renascer. Ressurreição, ressurgir.
Relendo e resumindo o livro “O poder do agora” Eckhart Tolle, me abrindo ao reviver, reflorescer. Filhos crescidos. Responsáveis. Restauro-me”
Catarses!
Nessa dança da vida, vão acontecendo tantas coisas, muitas sem controle algum da gente, outras por pura displicência… Ambas para nos impulsionar. Para que vejamos o futuro com novos olhos e apreendamos a viver cada vez mais o aqui e agora.
Conto de Fadas.
“Minha filha foi uma criança feliz e brincalhona.
Hoje é uma mulher de 51 anos, linda. Houve um período em que nossa convivência era bem difícil, mas sempre procurei estar ao lado dela. Visita-la ontem, foi ótimo! Senti na casa uma energia diferente, leve. Como mãe, fico aqui na torcida, pois saber que um filho está bem acompanhado enche o coração.
“
Uma carta, sentindo insegurança
O tempo passou tão rápido e agora ele é um adulto de 20 anos… (…)Que vontade de colocar ele novamente em meu útero por mais uns dez anos, talvez. Como isso é impossível, eu respiro fundo, faço minhas orações, acalmo o meu coração, então faço um café, um bolo (ele ama bolo) (…) Então venho, lentamente confesso, trabalhando para não sentir mais vergonha das minhas cicatrizes, buscando entender as minhas dores. Me amando para amar, me cuidando para poder cuidar.É um trabalho diário e contínuo, mas sei que esse é o caminho que tenho que seguir.
Carta de uma mãe aprendente
”
Tenho olhado com muita atenção para a minha experiência como mãe. Muitas vezes me questiono: “Será que tenho feito um bom trabalho?” Me vejo, em alguns momentos, refletindo sobre os erros que cometi ao longo desta caminhada e me pergunto, como teria sido se eu tivesse feito isso ao invés daquilo. “
Valorizando as delícias reais da maternidade.
Neste momento meus olhos já estavam marejando e eu disse: sim, filha, tudo ótimo. Estou aqui muito feliz em ver e ouvir o sorriso de vocês, as brincadeiras, a interação. Aí ela me disse: mas mãe, não está acontecendo nada demais. (…) eu disse: Filha, a vida é feita de momentos. Se você um dia resolver ser mãe, talvez consiga compreender a maravilhosa sensação estou sentindo neste momento e sorri para ela. Ela me olhou nos olhos e me abraçou carinhosamente.
Amor em construção
Quando a gravidez estava avançada, para lá do 7 mês, uma amiga me disse algo que achei muito estranho. Ela alertou que o famoso, gigante, estupendo “amor de mãe” não nasce na gravidez nem no parto. Ele é uma construção, um amor progressivo que aumenta a cada dia. (…)Isso me assombrou. Porque naquele instante, jurava que já tinha muito amor pelo meu filho.