“Eu acredito que sim, que eles (filhos adolescentes) sinalizaram e pediram ajuda. A questão é que provavelmente esses sinais e pedido de ajuda foram demonstrados de maneira que nós, pais, não aprendemos a decifrá-los. Como se eles falassem outra língua.
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Catarses!
Nessa dança da vida, vão acontecendo tantas coisas, muitas sem controle algum da gente, outras por pura displicência… Ambas para nos impulsionar. Para que vejamos o futuro com novos olhos e apreendamos a viver cada vez mais o aqui e agora.
Adolescentes querem conversar
Eu descobri que sim, o nosso filho, nossa filha adolescente quer falar conosco, seus pais, sim. Eles só não sabem como fazer, assim como muito de nós. E querem falar sobre o que sentem, como se sentem. Talvez seja essa um dos aprendizados dessa nova geração, nos ensinar a reconhecer e falar sobre sentimentos.
A dualidade da maternidade
A cada dia, ao olhar para ele, sinto uma nova mudança, sutil, mas presente. E sinto o prazer e o orgulho de acompanhar cada modificação e testemunhar o garotinho bacana que ele está se formando. (…) E me vi (…) pensando no quanto às vezes não conseguimos aproveitar tanto quanto gostaríamos algumas fases dado o cansaço ou a correria que estamos vivendo.
Sobre danos e reparações
Naquele furacão emocional eu não era capaz de ajudar ninguém, muito pelo contrário. Eu precisava entender melhor o que estava acontecendo comigo (…) O meu estado emocional não me deixou tranquila para perguntar a ela (filha) o que estava acontecendo de verdade, instruí-la com mais detalhe e paciência.
Como chegar em um acordo com o companheiro ou companheira???
Na minha casa, temos o conceito de que vivemos em comunidade, portanto, cada um tem que contribuir com o que pode e consegue. (…) eu fico até com receio em tocar nesse e em outros assuntos. Sei que viemos de famílias diferentes, educação diferente e temos visões diferentes. Que de certa forma, em alguns momentos pode ser bom, porém, em outros não. E por fim, eu escolho fazer do que conversar e discutir..
A magia do Papai Noel
E dentre tantos pensamentos, me coloco reflexiva a respeito dos muitos rituais que se materializam dentro da minha família e como esses se projetam, se adaptam no decorrer do tempo. (…) eu, no auge dos meus 46 anos, me sinto muito confortável em dizer que acredito na magia do Papai Noel e me sinto orgulhosa em presenciar, que, pelo menos, no Natal de 2023, em alguma instância e de alguma maneira, a minha família também acreditou.
Importância da Rede de Apoio
Finalizando meu mestrado, apresentação de eventos, dissertação em fase final e em meio a tudo isso tive uma crise de pânico que quase me fez largar tudo, mas minha rede de apoio, marido e filhos não deixaram, mais uma vez me deram colo, apoio, e em meio a um surto, me acalmaram. Como é bom, mesmo nos momentos difíceis saber que podemos contar com aqueles que amamos, a importância de se ter essa rede de apoio em toda a vida é fundamental para nossa saúde física e emocional.
Conto de Fadas.
“Minha filha foi uma criança feliz e brincalhona.
Hoje é uma mulher de 51 anos, linda. Houve um período em que nossa convivência era bem difícil, mas sempre procurei estar ao lado dela. Visita-la ontem, foi ótimo! Senti na casa uma energia diferente, leve. Como mãe, fico aqui na torcida, pois saber que um filho está bem acompanhado enche o coração.
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Perdas e ganhos
“Está sendo um ano marcante de perdas e ganhos: meu irmão querido deixou-nos sem aviso! Apagou de repente como um sopro, levando uma vida intensa!Não existe preparo para a brutalidade da morte súbita. Nem para a morte anunciada.
Poder escrever sobre isso, é sinal que já é possível para mim dar contorno a um fato irrevogável!”