“Desde que me entendo por gente, sempre quis ter a minha própria família: um marido e filhos, no plural. Mas daí a vida aconteceu, e eu tive um único filho (…)aos 3 anos descobrimos que ele nasceu com uma deficiência imunológica, que explicavam as doenças frequentes, mas não o baixo peso. (…)Meu mundo caiu. Bolsas de estudos nos melhores colégios e a faculdade de primeira linha? Esquece.
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Maternidade: A arte de renascer
“Nunca pensei que um dia passaria por tudo que passei. Tive depressão pós parto e não foi nada fácil. Na verdade, vivi 15 anos com depressão e quando tive meu filho, achei que as coisas mudariam, e foi tudo ao contrário, tudo piorou.
Me senti sozinha, sem chão e incapaz de cuidar e amar meu filho.
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Adoção, uma atitude doadora do coração…
“Eu descobri que nosso útero pede filhos, ele foi preparado pra isso, eu já tinha 03 meninas (…) Uma amiga me levou, pois já tinha vontade de ajudar a minimizar o sofrimento de pelo menos uma criança, sem pretensão de adotar, foi quando num momento a tantas visitas, Deus ativou e alargou o útero mais 04 vezes. (…)Eu ouvi uma frase, que dizia que, ADOÇÃO é fecundidade alargada! Gostei, porque foi assim que senti!
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A melhor decisão
“Mesmo quando cheguei perto dos 35 40 anos e olhei para o que havia feito da minha vida profissional vendo que não a construí. Mas a prioridade naquele momento eram os meus filhos. E a alegria de ter visto tudo se passar na vidinha dela, a primeira palavra, o primeiro sorriso, os primeiros passinhos, o primeiro tombinho fui eu quem curou com o beijinho da mamãe (rsrs), enfim eu estava PRESENTE.
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Os desafios da amamentação
“Peito é mais que “encher barriguinha”, peito é mais que nutrir de calorias, proteínas e gorduras, peito nutri AMOR, nutri vínculo, nutri conexão e sim, isso precisa ser alimentado, não só neles, mas em nós! Dá de mamá é aconchego, é carinho … e cansaço! Ahh, muitas vezes eu me sinto de SACO CHEIO e aí eu lembro de quando rezei por isso. Deus não falha!
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Início da década de 70. Ano Novo. Vida Nova!
Poços de Caldas, Fevereiro de 2022. Saindo de Ouro Preto, para residir em Poços de Caldas. Uma mudança radical, mas consciente. Morar em companhia do marido, uma cunhada e um cunhado. Recepção acolhedora. Recordar o viver à espera dos três filhos que Deus me deu, motivo de muita alegria, mas muitos desafios. Porém não desaminavaContinuar lendo “Início da década de 70. Ano Novo. Vida Nova!”
Bullying, mas afinal, o que é?
“Compreendi que precisávamos entender melhor o significado do termo bullying, para usá-lo corretamente e no contexto apropriado. (…) o termo é muito utilizado e se confunde para descrever (…) “incidentes que nada mais são do que um estágio normal do desenvolvimento e socialização infantis (ainda que sejam desagradáveis e difíceis de observar)”.
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A sorte de ter várias mães
Eu sinto minha mãe comigo em todos os momentos. E percebo que sou agraciada por muitas mulheres, que de alguma forma, me acolhem ou acolheram como verdadeiras mães em minha vida. O que me fortalece para educar e criar as minhas filhas. E sigo acreditando que mulheres curam mulheres. Tenho certeza que de alguma forma, você, mãe está curando e sendo curada por alguma mulher, esta, não necessariamente precisa ter um filho ou filha. E sinto que minhas filhas já têm outras mães junto delas.
Minha mãe no meu coração
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Que você, Mãezinha, é muito mais que mulher, filha, amiga, minha mãe, que nunca vai nos deixar. Você foi para o céu e com certeza, o alcançou aqui na Terra. A saudade ainda dói e é muito grande, não sei se vai diminuir. Mas sei que está com os seus e ao lado de Deus pai, olhando por nós aqui, para seus amados netos também e bisnetos. (…) Gratidão por me ter posto neste mundo e me fazer uma pessoa melhor. Quanta sabedoria. Quanta falta você ainda me faz, minha mãe”
Como o ser humano pode se descobrir tão forte!
Eu ainda tento entender quem foi que falou que daríamos conta. (…) É muito difícil, porque em meio a tanto amor… SOLIDÃO! Ahhh a gente sente mesmo… Não é falta de rede de apoio, não é ausência do marido, não é estar longe da família… É uma solidão de mãe. Um sentimento de que “se não for eu, vai ser quem?”