No dia de hoje, eu tenho o objetivo de sair e me tornar uma pessoa melhor. Quero ser motivo de orgulho para minha filha e para mim também.
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Lembranças de um belo lugar
Assim torço para que cada família tenha seu lugar especial, preferido para curtir em família e que construam um mar de recordações incríveis.
Como aprendi a dizer mais SIM, para mim e me cuidar.
Atualmente, valorizo o bom humor, a disposição para, assim, poder ter energia para as adversidades que venham a acontecer e ter a possibilidade de escolher de que forma encarar as coisas nem tão boas que costumam acontecer.
Aceitando a maternidade atípica
Hoje venho aqui contar um pouco da minha história e eu adoro contá-la. Vou ter até que me conter aqui minhas palavras. Eu vou começar falando aqui da aceitação. Sou mãe atípica, tenho 43 anos e uma filha de 6 anos com Síndrome de Down.
O coração fala
Minha mãe estava em casa na época e ela dizia que asia era normal, devido à quantidade de cabelo que a criança tinha. Porém, eu sentia dentro do meu coração que aquela asia, em específico, não era normal, pois estava muito forte.
Carta de uma mãe aprendente
”
Tenho olhado com muita atenção para a minha experiência como mãe. Muitas vezes me questiono: “Será que tenho feito um bom trabalho?” Me vejo, em alguns momentos, refletindo sobre os erros que cometi ao longo desta caminhada e me pergunto, como teria sido se eu tivesse feito isso ao invés daquilo. “
Tornando o imprevisto, em mola de desenvolvimento
Quando do nascimento de um bebê, que traz consigo o desafio de questões inesperadas, onde buscar força e modelo para se entender mãe, quando a demanda é desorganizadora? (…) A busca em solucionar o problema é tamanha, como se assim fosse possível diminuir a dor da perda do bebê imaginado, do bebê idealizado e desejado.
Amor em construção
Quando a gravidez estava avançada, para lá do 7 mês, uma amiga me disse algo que achei muito estranho. Ela alertou que o famoso, gigante, estupendo “amor de mãe” não nasce na gravidez nem no parto. Ele é uma construção, um amor progressivo que aumenta a cada dia. (…)Isso me assombrou. Porque naquele instante, jurava que já tinha muito amor pelo meu filho.
Ser mãe é uma graça
Quando fiz 40 anos, estava sozinha e não acreditava que encontraria meu amado e falava “casar não vou mesmo”. “Filho, já passei da idade.” Minha história mudou no dia 15 de novembro de 2002. Estava com uns vizinhos em um bar, quando me convidaram para ir numa festa (..)Quando cheguei na portaria, o jovem proprietário me disse: “Você não esquecerá nunca desta festa!” Realmente não esquecerei!
Mãe de todo mundo
Me vejo no papel de mãe dos meus irmãos, dos meus pais, do meu marido, e em alguns casos, até de alguns amigos mais próximos aos quais estimo.(…) Como é fácil, sair do meu papel de filha, irmã, esposa, amiga e migrar para o lugar de mãe… É claro, que eu também tenho minhas apostas pessoais ao ir para este lugar. A vontade de ser reconhecida, querida e amada como mãe