No dia de hoje, eu tenho o objetivo de sair e me tornar uma pessoa melhor. Quero ser motivo de orgulho para minha filha e para mim também.
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Movimento de mãe para filha
Acredito, que existem momentos na vida da gente, que por mais que tenhamos apoio, ajuda, a solidão emerge e inunda o nosso ser. (…) período de uma mudança de ciclo iminente, marcada por importantes tomadas de decisões, que precisavam ser feitas e assim, inevitavelmente a solidão veio me fazer companhia. Momento em que algumas questões precisavam ser pensadas e executadas de forma individual.
Opiniões diferentes
Acredito muito que precisamos aprender a falar, mesmo que a nossa opinião seja contrária à das pessoas. Eu procuro fazer isso, na medida do possível e do meu limite. E estimular as minhas filhas a fazerem o mesmo. (…) Foi assim que me senti, travada, perplexa. Perplexa por ter sido apresentada a um ponto de vista que eu não tinha pensado a respeito, de forma muito clara e estruturada.
Saber sobre nossas diferenças faz toda diferença
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Hoje acordei pensando em como as nossas diferenças pessoais dificultam nossas relações. Pensar em empatia no contexto de tratar os outros como você gostaria de ser tratado.
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Preocupação x Relação
Ao assistir esse filme, eu tive a oportunidade de perceber como as vezes, a preocupação nos afasta da relação, e me conduz a comportamentos contraditórios daqueles esperando por mim, quando estou me sentindo triste, frustrada, desconfortável, vulnerável.
Imaturidade ou insegurança
Esse fato me chamou e atenção me provocou as seguintes reflexões: será que ela está dizendo mesmo a respeito da filha ou dos próprios comportamentos que levaram a filha a ser imatura? Me pareceu que essa mãe, em nome do amor e da proteção, estava em algumas situações, inibindo o amadurecimento da filha e talvez sentindo-se culpada por isso.
Mais uma vitória
Mamãe isso não é um sonho ? Eu estou muito feliz mas estou com medo !” Foram as palavras dele ontem enquanto íamos para sua primeira noite do pijama no tatame …. Para contextualizar, meu filho é autista.
Exaustão
E este foi um momento que eu descobri a importância de reconhecer o meu cansaço e meus limites. Não somente reconhecê-los, mas também respeitá-los. E pela primeira vez percebi que às vezes, o que me torna uma mãe melhor é ficar longe das minhas filhas por um tempo. E que isso não tem nada a ver com o amor que sinto por elas.
Será que nossos filhos adolescentes sabem que nós os amamos?
Pois bem, que nós mães amamos nossos filhos, como bem dito na reflexão é fato, não há dúvidas, mas se eles sabem, é outro assunto. Acredito que até sintam, mas como sentem? O suficiente para não duvidar? Para não comparar? Me coloco agora no lugar da filha para responder a essas indagações e acho que a resposta é NÃO. Isso mesmo, NÃO, em caixa alta, com todas as fragilidades que conduzem essa resposta.
Escolhas
Conselheiro Lafaiete, 12 de janeiro de 2024 Olá, como você está hoje? O que é possível escolher no seu dia hoje? Ah, hoje vou falar sobre escolhas, compartilhar algumas das minhas reflexões a respeito. Ah, como esse tema é lindo e conflituoso para mim. E penso como estimulá-lo no papel de mãe, na minha relaçãoContinuar lendo “Escolhas”