Me vejo no papel de mãe dos meus irmãos, dos meus pais, do meu marido, e em alguns casos, até de alguns amigos mais próximos aos quais estimo.(…) Como é fácil, sair do meu papel de filha, irmã, esposa, amiga e migrar para o lugar de mãe… É claro, que eu também tenho minhas apostas pessoais ao ir para este lugar. A vontade de ser reconhecida, querida e amada como mãe
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Momento de ir para a escola
O que está acontecendo? Antes eu tinha atenção de todo mundo… Agora meus pais começaram a falar de uma tal irmãzinha, dizendo ser uma coisa boa. Mas a verdade, é que tenho que ir para a escola, minha mãe (…) nem pode brincar de qualquer coisa comigo porque está com um barrigão. E aí, ela vai parar de trabalhar, para ficar um tempo em casa com essa minha irmãzinha, e me mandar para a escola…Será que ela não gosta mais de mim? Será que ela gosta mais dela?”
Conversas conflituosas
Nós buscamos proporcionar essa liberdade para elas e buscar explicar que a conversa é a principal chave para resolução de conflitos, mas quando as opiniões são divergentes, eu, particularmente tenho um enorme impulso de utilizar minha autoridade na forma de autoritarismo para resolver a questão… Afinal de contas, conversas desafiadoras e conflituosas são muito desgastantes!
Bullying, mas afinal, o que é?
“Compreendi que precisávamos entender melhor o significado do termo bullying, para usá-lo corretamente e no contexto apropriado. (…) o termo é muito utilizado e se confunde para descrever (…) “incidentes que nada mais são do que um estágio normal do desenvolvimento e socialização infantis (ainda que sejam desagradáveis e difíceis de observar)”.
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Se expressar e permitir a expressão dos filhos… um eterno aprendizado
Conselheiro Lafaiete, 25 de fevereiro de 2022. Querida mãe, Espero que esteja bem. Hoje resolvi compartilhar com você algo que mexeu muito comigo e me fez refletir demais. Questões acerca da expressão individual, principalmente para nós, mulheres. A minha filha começou uma atividade nova, uma aula de dança. Aula nova, novo ambiente, novas pessoas, éContinuar lendo “Se expressar e permitir a expressão dos filhos… um eterno aprendizado”
Adolescentes pedem colo?
Quando eu as acolho, aquele monstro (pois elas viram uns monstros difíceis de reconhecer) desaparece e surge uma menina carente de colo. O semblante se transforma, como se quebrasse toda aquela proteção e deixasse aparecer a menina vulnerável, carente e frágil.
Morte, luto… Difícil abordar, né?
Nem tudo eu consigo responder e às vezes acho até que complico mais do que esclareço. Afinal de contas, tem tanta coisa que não é clara para mim, como conseguirei passar clareza para elas, né?
Curtir momentos é perder tempo?
Eu estou aprendendo a desencanar um pouco e deixar sim, algumas coisas para o amanhã e até avaliar a importância ou não de fazer outras coisas. Sabe, aliviar a agenda e os compromissos para curtir mais os momentos. Entender o que é essencial.
Mães pandêmicas: resignação e exaustão mental
Precisamos encontrar formas de nos reencontrarmos e aqueles que amamos para não cairmos na arriscada armadilha de nos acostumarmos com um novo estilo de vida, marcado pelo afastamento (físico e emocional).
Matemática na maternidade
É muito importante se dedicar a outros aspectos da vida após a maternidade, por mais difícil e desafiador que seja. É importante curtir as fases da vida das crianças, pois tudo passa muito rápido! Talvez seja esse o grande paradoxo da maternidade.