Mães Funcionais

“Hoje me peguei refletindo sobre as minhas multitarefas e o quanto por vezes me sinto culpada, sozinha e angustiada por assumir tantos papéis. (…)tenho compreendido que o meu papel principal para dar conta com excelência de todos esses outros, em especial o que mais me orgulho que é o de ser mãe, preciso cuidar do meu papel de ser eu, de ser mulher.

A luta de um filho e a persistência de um guerreiro

“Desde que me entendo por gente, sempre quis ter a minha própria família: um marido e filhos, no plural. Mas daí a vida aconteceu, e eu tive um único filho (…)aos 3 anos descobrimos que ele nasceu com uma deficiência imunológica, que explicavam as doenças frequentes, mas não o baixo peso. (…)Meu mundo caiu. Bolsas de estudos nos melhores colégios e a faculdade de primeira linha? Esquece.

Bullying, mas afinal, o que é?

“Compreendi que precisávamos entender melhor o significado do termo bullying, para usá-lo corretamente e no contexto apropriado. (…) o termo é muito utilizado e se confunde para descrever (…) “incidentes que nada mais são do que um estágio normal do desenvolvimento e socialização infantis (ainda que sejam desagradáveis e difíceis de observar)”.

Se expressar e permitir a expressão dos filhos… um eterno aprendizado

Conselheiro Lafaiete, 25 de fevereiro de 2022. Querida mãe, Espero que esteja bem. Hoje resolvi compartilhar com você algo que mexeu muito comigo e me fez refletir demais. Questões acerca da expressão individual, principalmente para nós, mulheres. A minha filha começou uma atividade nova, uma aula de dança. Aula nova, novo ambiente, novas pessoas, éContinuar lendo “Se expressar e permitir a expressão dos filhos… um eterno aprendizado”

Adolescentes pedem colo?

Quando eu as acolho, aquele monstro (pois elas viram uns monstros difíceis de reconhecer) desaparece e surge uma menina carente de colo. O semblante se transforma, como se quebrasse toda aquela proteção e deixasse aparecer a menina vulnerável, carente e frágil.

Curtir momentos é perder tempo?

Eu estou aprendendo a desencanar um pouco e deixar sim, algumas coisas para o amanhã e até avaliar a importância ou não de fazer outras coisas. Sabe, aliviar a agenda e os compromissos para curtir mais os momentos. Entender o que é essencial.

Estamos de saco cheio uns dos outros

Mesmo das pessoas que mais amamos, ficamos sim, cansados da convivência. E está tudo bem. O fato de estarmos cansados da convivência, na verdade, não tem nada a ver com o amor que sentimos uns pelos outros.