E que eu lembre de cuidar mais de mim, para que eles estejam bem. E que eu me ache para que eu não me perca de novo.
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“É só amar.”
Então ela entendeu o meu olhar e me disse:
“É só amar”.
Naquele momento, eu fiquei perplexa, aquela frase tocou o meu coração e aliviou a minha alma.
A maternidade me salvou
No dia de hoje, eu tenho o objetivo de sair e me tornar uma pessoa melhor. Quero ser motivo de orgulho para minha filha e para mim também.
Não é fácil ser mãe atípica
Ser eu, não é fácil, lutar todos os dias para ter uma chance na sociedade, fora o julgamento.
Escolhas difíceis
Estou aprendendo a me amar em primeiro lugar, pois não vou admitir que ninguém me diminua. Quero viver e ser feliz e ninguém vai tirar a minha felicidade.
Maternidade Atípica
Mas percebi que meu medo inicial,
na fase do diagnóstico da Júlia,
Era tão grande quanto o que, hoje, me move a lutar
Todos os dias por ela.
Em busca dos sonhos
Quem sou eu, realmente? Sou uma mulher que corre atrás dos objetivos e vou colocar em prática o que venho adiando por muito tempo.
Como aprendi a dizer mais SIM, para mim e me cuidar.
Atualmente, valorizo o bom humor, a disposição para, assim, poder ter energia para as adversidades que venham a acontecer e ter a possibilidade de escolher de que forma encarar as coisas nem tão boas que costumam acontecer.
Aceitando a maternidade atípica
Hoje venho aqui contar um pouco da minha história e eu adoro contá-la. Vou ter até que me conter aqui minhas palavras. Eu vou começar falando aqui da aceitação. Sou mãe atípica, tenho 43 anos e uma filha de 6 anos com Síndrome de Down.
O coração fala
Minha mãe estava em casa na época e ela dizia que asia era normal, devido à quantidade de cabelo que a criança tinha. Porém, eu sentia dentro do meu coração que aquela asia, em específico, não era normal, pois estava muito forte.