A mãe que sou hoje está longe de ser a mãe que fui em maio de 2021, quando o blog foi idealizado. E quase enlouqueço de imaginar o potencial transformador dessa apaixonante rede de mulheres, mães em construção, em mim nos próximos anos
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Escrever é libertar a alma
Escrever sobre maternidade tem representado para mim a possibilidade de maior autoconhecimento, de ampliação da visão acerca dos papéis feminino e masculino na criação dos filhos, desmistificação de crenças, valorização do processo de cuidar e conscientização acerca da importância de reservar tempo para a reflexão.
Minha filha me colocou de castigo… E ela só tinha 3 aninhos..
Minha filha, aos 3 anos, me fez parar e pensar a respeito do que eu tinha feito e quais consequências das minhas ações ao me colocar de castigo.
Estamos de saco cheio uns dos outros
Mesmo das pessoas que mais amamos, ficamos sim, cansados da convivência. E está tudo bem. O fato de estarmos cansados da convivência, na verdade, não tem nada a ver com o amor que sentimos uns pelos outros.
Valorizando o processo de cuidar!
Cuidar com amor e presença, dos que amamos é um bem inestimável que precisamos valorizar. As vezes, não haverá o reconhecimento externo, mas nós, mães, precisamos, sobremaneira, entender a preciosidade e o valor disso.
Encarando os medos
Às vezes acho que a minha presença como mãe mais atrapalha do que ajuda (…). Talvez seja pelo fato de eu não conseguir esconder a minha compaixão e meu desejo de tirá-la do desconforto (…) de não querer vê-la passar seus apertos. Sei lá!
Os antagonismos da maternidade
A energia de crianças pequenas é algo admirável. Cansa a nós adultos, mas nos mostra a grande força vital do início da vida que, por diversas razões, vai sendo perdida com a passagem do tempo.
Medo da minha morte
A morte! A primeira vez que senti o medo da minha morte foi na véspera do meu segundo parto. Antes desse dia, eu não me lembro de sentir esse medo ou de senti-lo tão forte.
Processo: uma palavra de ordem na maternidade!
Lidar com o desenvolvimento infantil é uma montanha russa de sentimentos. Em cada fase surge uma questão nova e um novo jeito de lidar com elas nos é requerido. Inevitavelmente, começamos a nos questionar: Isso que a criança está fazendo é normal?
Na busca do recomeço
Entender que as filhas são diferentes, buscar novas formas de estimular, de inspirar, construir soluções conjuntas e estar atenta aos resultados, pois eles aparecem, mas de forma individual