Nesse momento, a minha filha caçula olhou para mim, colocou a mãozinha à frente da minha boca e disse: “Mamãe, cheira a florzinha!”. Em seguida, apontou o dedo e completou: “Agora, sopra a velinha!”.
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A maternidade me salvou
No dia de hoje, eu tenho o objetivo de sair e me tornar uma pessoa melhor. Quero ser motivo de orgulho para minha filha e para mim também.
Entre traços e saudades: a mãe que ainda é criança
O desenhar é poderoso. E hoje, ao desenhar, consegui viajar para a minha infância. Quando era criança, eu sempre desenhava lugares bonitos, árvores, flores e tudo bem colorido.
A ausência das palavras e tudo o que é eterno
Assim é minha experiência na maternidade, aquela que me transforma todo santo dia e me dá forças para novos sonhos, ao mesmo tempo que me conecta ao meu passado e reafirma minhas bases.
Escolhas difíceis
Estou aprendendo a me amar em primeiro lugar, pois não vou admitir que ninguém me diminua. Quero viver e ser feliz e ninguém vai tirar a minha felicidade.
Aceitando a maternidade atípica
Hoje venho aqui contar um pouco da minha história e eu adoro contá-la. Vou ter até que me conter aqui minhas palavras. Eu vou começar falando aqui da aceitação. Sou mãe atípica, tenho 43 anos e uma filha de 6 anos com Síndrome de Down.
O coração fala
Minha mãe estava em casa na época e ela dizia que asia era normal, devido à quantidade de cabelo que a criança tinha. Porém, eu sentia dentro do meu coração que aquela asia, em específico, não era normal, pois estava muito forte.
Luta contra adoecimento mental
E hoje eu sinto que comecei meu processo de adoecimento mental. Estou exausta. Estou cansada. O corpo sente esse peso. O corpo fica dolorido e alma doe.
Preciso desabafar
Gente, eu luto com os sintomas de TDAH desde que me entendo por gente e nesse momento estou passando por um período de grande desregulação emocional. Eu preciso trabalhar os 3 turnos para receber cerca de 2 mil reais e a psiquiatra teve a cara de pau de me mandar trabalhar menos. É foda lidar com quem não tem consciência de classe social.
Abandono
Oi, meu Deus. Hoje me encontro triste. Conversei com a minha irmã por ligação telefônica e tive notícias do meu filho de 3 anos e que não tenho nenhum contato pessoal com ele. Choro, oro, choro, oro mas nada acontece