Quem sou eu, realmente? Sou uma mulher que corre atrás dos objetivos e vou colocar em prática o que venho adiando por muito tempo.
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Lembranças de um belo lugar
Assim torço para que cada família tenha seu lugar especial, preferido para curtir em família e que construam um mar de recordações incríveis.
Como aprendi a dizer mais SIM, para mim e me cuidar.
Atualmente, valorizo o bom humor, a disposição para, assim, poder ter energia para as adversidades que venham a acontecer e ter a possibilidade de escolher de que forma encarar as coisas nem tão boas que costumam acontecer.
Aceitando a maternidade atípica
Hoje venho aqui contar um pouco da minha história e eu adoro contá-la. Vou ter até que me conter aqui minhas palavras. Eu vou começar falando aqui da aceitação. Sou mãe atípica, tenho 43 anos e uma filha de 6 anos com Síndrome de Down.
Me sentindo amada
Me conta, você se sente amada? Ou já se sentiu? Se não, o que você imagina que precisa acontecer?
O coração fala
Minha mãe estava em casa na época e ela dizia que asia era normal, devido à quantidade de cabelo que a criança tinha. Porém, eu sentia dentro do meu coração que aquela asia, em específico, não era normal, pois estava muito forte.
Movimento de mãe para filha
Acredito, que existem momentos na vida da gente, que por mais que tenhamos apoio, ajuda, a solidão emerge e inunda o nosso ser. (…) período de uma mudança de ciclo iminente, marcada por importantes tomadas de decisões, que precisavam ser feitas e assim, inevitavelmente a solidão veio me fazer companhia. Momento em que algumas questões precisavam ser pensadas e executadas de forma individual.
Opiniões diferentes
Acredito muito que precisamos aprender a falar, mesmo que a nossa opinião seja contrária à das pessoas. Eu procuro fazer isso, na medida do possível e do meu limite. E estimular as minhas filhas a fazerem o mesmo. (…) Foi assim que me senti, travada, perplexa. Perplexa por ter sido apresentada a um ponto de vista que eu não tinha pensado a respeito, de forma muito clara e estruturada.
Vida Plena
“E lá se vai mais um dia, dever cumprido.
Crianças na cama limpas e bem alimentadas,
Dia trabalhado,
Conversas rasas, conversas profundas,
Sorrisos, cafés, compras,
Brincar, brincar, brincar.”
Luta contra adoecimento mental
E hoje eu sinto que comecei meu processo de adoecimento mental. Estou exausta. Estou cansada. O corpo sente esse peso. O corpo fica dolorido e alma doe.