O sabor das memórias

Conselheiro Lafaiete, 18 de maio de 2026

Queridos leitores,

É com muita alegria que eu venho falar de minha mãe. Ela era uma mãe caridosa, amorosa e alegre. Gostava muito de festas, de dançar. Era muito católica, tinha muita fé, era amiga de todos e gostava muito de ajudar o próximo. Ela era muito minha amiga e companheira. Ela era enérgica quando precisava. Tinha sempre uma vara de marmelo no canto para corrigir a gente. 

Cozinhava muito bem, fazia uma macarronada deliciosa, um tutu de feijão e outras coisas doces tão saborosas, como doce de laranjas, pêssego, figo e de mamão, e de leite, e outros. Ela não deixava a tristeza se abater. Estava sempre pronta para ajudar e dar bons conselhos. 

Se soubesse que alguém estava doente, ela se manifestava com ajuda de fazer algo, lavar a roupa, cozinhar ou fazer o chá. Ela é uma pessoa maravilhosa, muito amada por nós filhos, irmãos e parentes. Não tem como não lembrar dela. Ela vive sempre em nossos corações e no pensamento. Amamos cada dia mais. Saudades, saudades. 

Esta é a realidade de uma filha que tem 74 anos, mãe de 2 filhas, tem 3 netos, 2 meninas e um menino.


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