Agradeço por estar aqui, compartilhando um pouco das profundezas da minha vida e das minhas feridas mal cicatrizadas, meio abertas.
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Puerpério
Vivo tudo que uma mãe real vive: privação de sono, amamentação, busca de nova identidade, falta da liberdade, culpa materna, comparação com outros filhos mesmo sabendo que cada indivíduo é único
Quando me perdi de mim
Hoje, com 34 eu diria para eu mesma de 9 anos: Ei, estude, ajude a sua mãe, siga as boas amizades.
Respira
Nesse momento, a minha filha caçula olhou para mim, colocou a mãozinha à frente da minha boca e disse: “Mamãe, cheira a florzinha!”. Em seguida, apontou o dedo e completou: “Agora, sopra a velinha!”.
Cartas que o tempo não apaga
A sabedoria chegava em formas de mensagens que me faziam chorar. Hoje, tenho 53 anos de casada, três filhos quarentões e seis netos. Que benção.
“É só amar.”
Então ela entendeu o meu olhar e me disse:
“É só amar”.
Naquele momento, eu fiquei perplexa, aquela frase tocou o meu coração e aliviou a minha alma.
Filha, Professora, Mulher: Tudo Começa Com Uma Mãe
Durante minha trajetória profissional aprendi muitas coisas, ensinei algumas e em meio a tantas situações vividas aprendi a lidar com diversas situações que a cada dia me fizeram crescer como pessoa.
As mãos invisíveis que nos ensinam e ajudam a amadurecer
Como é estranho e, ao mesmo tempo, gratificante perceber que nossas percepções mudam conforme nossas vivências e o amadurecimento.
A espera de Lina
Acho que havia também o medo do desconhecido. Medo de como seria a nova rotina, das responsabilidades associadas a tudo que eu ouvia nos dias que antecederam o nascimento.
Entre palmadas e carinhos
Ela sentava no meio e cada um de nós deitava de alguma forma no colo dela para ela fazer carinho nas nossas cabeças. Era tão bom que a gente esquecia das palmadas do nosso querido papai.