Conselheiro Lafaiete, 29 de abril de 2025
Recordando meus momentos de infância, me veio uma lembrança das festas que fazíamos na casa da minha tia, que amo muito, onde reuníamos, eu, meus irmãos, primos e primas, para dançar.
Recordando meus momentos de infância, me veio uma lembrança das festas que fazíamos na casa da minha tia, que amo muito, onde reuníamos, eu, meus irmãos, primos e primas, para dançar.
Me recordo que íamos levando pratos de salgado, colocávamos músicas em um pequeno som que tocava disco de vinil e dançávamos os passinhos dos anos 80.
Virava festa kkk.
Era um momento muito divertido.
E assim a dança foi me conquistando.
Na adolescência, a dança ocupou o lugar nas discotecas, onde eu queria ir toda semana, mas meus pais não deixavam, só de vez em quando, e eu ficava ansiosa para chegar o dia de ir.
E foi assim, indo nas discotecas, que conheci meu marido.
E escrevendo aqui que percebi que foi a dança que trouxe ele para mim, pois nosso primeiro contato foi ele me tirando para dançar.
Como foi mágico.
A vida seguiu seu rumo… trabalho, namoro, casamento, filhos… e de repente a dança chegou com tudo, de volta à minha vida.
Começou com as danças com minha filha. Ela estava pequena e também adorava dançar. Colocávamos vídeos de dança na TV e ficávamos dançando juntas.
Isso me despertou novamente sobre o amor que tenho pela dança.
Entrei em aulas de zumba e assim chegou também a Dança Circular.
Foi maravilhoso estar nesse movimento, pois eu me entregava com muita alegria e paixão por cada movimento, por cada passo.
Os anos foram se passando e eu me aprimorando cada vez mais, e assim fui fazer cursos para me profissionalizar.
Hoje respiro dança a todo momento.
Dou aulas de zumba e faço Rodas de Dança Circular para mulheres e também para grupos de terceira idade, onde se tem ótimos resultados, pois a integração, movimento e a disciplina nos encontros trazem mais saúde e disposição para todos que participaram.
Estou sempre criando passos e movimentos novos para cada encontro ser único e divertido.
Amo demais, pois quando a música começa me transformo, me entrego, me divirto.
E assim a vida se torna colorida e divertida, onde me conecto com meu corpo e mente, em um movimento que me traz paz e leveza no coração.
Quer um conselho?
Dance!
Se entregue ao movimento, do seu jeito, da sua maneira, mas não deixe de experimentar essa maravilha que é dançar.
Hoje tenho 55 anos. Sou filha, esposa, tenho um filho de 28 anos e uma filha de 22. E sou uma eterna buscadora de coisas novas e divertidas.
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