As buscas

Ouro Preto, 09 de setembro 2024

Ter fama e ter que deitar na cama, me faz refletir e por muitas vezes me sinto muito mal. Percebo a importância de mudar meus passos para me libertar de sentimentos que causam dores nos outros e que também me aprisionam.

Entender técnicas, aconselhamento na prática, com muito acolhimento e escuta sensível, individual e da família, faz parte da minha profissão e minha especialidade em Terapias Complementares à Saúde e em Aconselhamento Materno, que como disse o Autor desconhecido:

“Amamentar é mais do que nutrir; é construir um legado de saúde e amor, onde cada gota fortalece o corpo e a alma, criando laços eternos que sustentarão o futuro.” … que vão além, é apoiar e estimular a decisão no momento e ela ser ampliada, é saber da necessidade de contribuir para a dimensão da visão estendida, atentando para o emaranhado da política, para acontecer maiores conquistas também na saúde e educação pública, no coletivo que transforma o mundo, bem como, as conexões que fazemos com o passado, nossos antepassados e com a esperança de futuros melhores, para as próximas gerações, adoçando a vida e dando um novo olhar para os nossos dias atuais. 

Como liberar emoções e traumas, conectando com um Eu mais forte, que nos impulsiona para estar no presente, fazendo acontecer o que é o nosso desejo Divino… Uma sugestão: Criar uma caixa, gaveta que guarde objetos, fotos, cartas, lembranças que representam nossa bagagem hereditária, refletindo sobre a contribuição de cada um e todo o legado para a nossa vida. Honrando e agradecendo. Ah! Faça também com as memórias das nossas vivências. Praticando a apreciação das nossas raízes familiares, fazendo da nossa jornada, um caminho com escolhas que ressoam mais como realmente somos, seres únicos que viemos para somar e amar. 

Por vezes, fico a pensar se não é pedir demais a mim mesma, a você… mas quero muito e por isso grito: pode me ajudar a levantar e sair dessa cama? Ou ao menos realizarmos juntos o que acrescenta, faz a diferença, transmuta!

Lembrando Paulo Freire: “Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”… o educando fazendo, o educando se educa, e praticar o empoderar que se colocar no lugar do outro, não só de falar, mas de postura, assim seguimos com o propósito de compreender o que vai além do rótulo, da imagem que passamos e atos que nos apoiamos para conquistar a expansão do saber e resolução das nossas buscas, das nossas dores. 

E “o presente está nas pessoas e não nas coisas”. O “conhecimento liberta”.

Um grande beijo no coração de cada um (a), Irene Ri, 64 anos. Mãe de uma filha com 36 anos e um filho com 34 anos.


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