São Paulo, 28/08/2024
Bom dia, mamães. Espero encontrá-las bem.
Em junho deste ano, soube que precisava passar por uma cirurgia bastante séria. Foi um rebuliço aqui em casa, afinal, a mamãe que tudo da conta, resolve e está sempre bem, de repente, sem sintoma algum, precisa fazer rapidamente um procedimento delicado.
Ah! Esqueci de dizer que meus 3 filhos são adultos, casados. Mas toda vez que chegam aqui em casa, entram e perguntam: “Cadê a mamãe?”
Sinto satisfação com isso? Claro! Mas também fico refletindo a respeito, mas isso fica pra outra carta…
Estava me recuperando, voltando aos poucos ao trabalho, e as atividades do dia a dia, mas com certas restrições, quando… começo a sentir dor de garganta… Covid! E dos fortes. Quase voltei a ser internada, mas felizmente dei conta e fiquei em casa mesmo, mas sem condição alguma de fazer qualquer coisa. Tive febre, tosse, fiquei uma semana de cama, ou seja, inoperante.
Vi nos meus filhos a apreensão de que eu fosse embora, que fosse morrer. O mais novo, chegou a verbalizar. (ele tem 49 anos).
Estiveram sempre por perto e disponível para o que fosse necessário.
Ter uma família, é o que há de importante e significativo na vida. Cada momento de dedicação vale a pena. Cada erro, cada acerto, cada encontro, cada gesto… é o que há de valioso.
Nós, mães, nem sempre temos a ideia do real significado que temos dentro da família.
Trago aqui esta reflexão, para que tenhamos sempre presente a nossa importância como elo que liga e constrói.
Às vezes ficamos sobrecarregadas, cansadas, mas há outros momentos que reconhecemos que toda dedicação valeu e vale a pena.
Um grande abraço a todas.
Tenho 73 anos, uma filha de 52, dois filhos de 50 e 49 e uma neta de 12 anos
GOSTOU DA CARTA E QUER ENVIAR UMA PRA GENTE?
Descubra mais sobre Diário da Mãe em Construção
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.